O imposto não é o vilão da sua empresa

O imposto não é o vilão da sua empresa

Tempo de leitura: 7 minutos

O que impede você de ter sucesso nos negócios, não são os Impostos

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A Receita Federal passou a ter acesso a todas as contas, tanto de pessoa física quanto de pessoa jurídica depois de uma decisão histórica do STF, em 2016, o que permitira um melhor controle sobre a sonegação de impostos.

Com isso, muitos empresários brasileiros estão revendo a forma que lidam com a questão tributária.

Você pensa que para manter uma empresa dando lucro no Brasil é necessário sonegar? Neste artigo, eu proponho uma reflexão sobre os impostos na sua empresa.

Sabe aquela empresa famosa, do ramo de Fast Food Americana (do segmento de hambúrguer) da qual você é cliente?

Ela sempre entrega a nota fiscal (mesmo que você não peça).

Há empresas que, pela natureza do segmento em que atuam, são obrigadas a emitir cupom fiscal.

A Receita Federal automaticamente toma conhecimento disso. Ou seja, não há como ocorrer sonegação nesses casos. Ainda assim, essas empresas são muito bem-sucedidas.

Você deve estar se perguntando, o que elas fazem para conseguir ter sucesso, pagando todos os impostos, certo?

Mentiras Mascaradas – Verdades Fabricadas

A ideia de que no Brasil ou o empresário sonega ou a empresa quebra não é verdadeira.

Isso não passa de senso comum e precisa ser urgentemente revisto. Há muitas empresas no Brasil trabalhando dentro das regras do jogo, e ainda assim estão tendo lucro e expandindo os negócios.

Então, por que tantos empresários passam por dificuldades financeiras?

Continue lendo que eu vou lhe explicar.

O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, mas isso não justifica a sonegação, esse não é o real motivo pelo insucesso de muitos empresários, embora seja essa a desculpa preferida pela maioria.

Com a decisão do STF, cada vez mais as empresas terão que deixar de burlar a Receita Federal, encarar os impostos, e construir meios para ter lucro.

Por isso, está mais do que na hora de mudar a mentalidade do brasileiro.

O imposto não é o grande vilão e sim você. Isso mesmo!

Quando você não toma decisões sólidas e sustentáveis, você prejudica a sua empresa.

Abaixo, eu detalho os pontos determinantes para acertar nessa equação que envolve impostos e lucratividade.

PLANEJAMENTO FINANCEIRO

planejamento financeiro

A maioria dos pequenos e médios empresários não fazem um controle financeiro adequado.

Caso Real

Recentemente, um cliente me procurou decidido a encerrar as operações da empresa dele no turno da noite. Ele alegava estar tendo prejuízo.

Uma análise das receitas e despesas desse cliente revelou que o faturamento da noite era quase o mesmo do período da manhã: ambos lucrativos.

A decisão de fechar as atividades da noite não apenas seria equivocada como também provocaria grandes perdas, colocando em risco a própria manutenção da empresa.

Isso é comum de acontecer quando a pessoa se baseia apenas numa percepção superficial ou na intuição para administrar os negócios.

O mundo empresarial exige que as atitudes sejam pautadas em fatos, em análise de dados financeiros.

E você, faz o controle financeiro da sua empresa? Ou está tudo desorganizado, sendo impossível ter clareza sobre o que entra e que sai do seu caixa?

Você sabe efetivamente os custos para produzir o seu serviço ou produto?

O mais indicado é ter um sistema onde você lance tudo o que gastou e tudo o que recebeu, todos os dias.

 
Educação Financeira
EDUCAÇÃO FINANCEIRA

Infelizmente, a educação financeira não faz parte da vida dos brasileiros. Desde a infância, todos somos estimulados a consumir, a gastar. Mas sem desenvolver práticas para gerir bem os recursos.

Veja um exemplo de como a falta de educação financeira pode ser nociva, tanto para você quanto para a sua empresa.

Caso Real

Um cliente me relatou sérios problemas financeiros e usou duas justificativas para a situação: a crise e os impostos

A Primeira Justificativa – a crise. Mesmo ele vendendo e gerando receita, a empresa dele continuava em apuros financeiros.

Esse cliente me contou que pelo menos um de seus concorrentes vivia uma ótima fase nos negócios.

Isso mostrou e comprovou que havia sim demanda no seu ramo de atuação. Assim, a justificativa da crise foi descartada.

Aliás, a crise pode mascarar diversas oportunidades. Uma delas está nos novos clientes, oriundos de concorrentes despreparados, que tiveram de reduzir o atendimento ou mesmo quebraram.

Para onde vão esses clientes? Para quem se preparou.

Lembre-se: na crise, os consumidores ficam órfãos.

Segunda Justificativa –  os impostos. A carga tributária brasileira é elevada. Mas os maiores problemas de uma empresa são: falta de clientes, a ausência de planejamento financeiro, a inexistência de um plano de marketing, a ineficiente gestão de equipe, entre outros.

Antes de assumir que os impostos são o grande vilão financeiro da sua empresa, faça uma simples análise dos preços dos seus produtos e serviços.

Será que esses valores estão adequados? Muitos empresários definem preços baseados apenas na média praticada pelo mercado. Isso é muito perigoso.

A definição de preços correta prioriza os fatores internos da empresa.

A atenção deve estar voltada para: o valor dos insumos utilizados na fabricação dos produtos ou serviço e as despesas tais como (luz, água, telefone, salários e etc) e, em seguida, deve-se estipular a margem de lucro.

A realidade financeira do seu concorrente pode ser totalmente diferente da sua. Então, não faz sentido se pautar pelo preço que ele pratica, antes de ter uma real visão de quanto você gasta para produzir o seu serviço ou produto.

VISÃO ESTRATÉGICA

Isso nos leva a um outro exemplo.

Caso Real

Conheci um empresário que mesmo tendo um crescimento de 60% a 70% não estava tendo aumento nos lucros.

Ele já praticava o controle financeiro. Ocorre que não adianta mapear cada uma das despesas e receitas se você não tiver dois outros hábitos.

O primeiro é analisar os dados financeiros da sua empresa em relação ao cenário econômico.

O segundo é acompanhar periodicamente a performance das finanças para compreender qual é o real comportamento delas, para que assim, se possa tomar decisões estratégicas de curto, médio e longo prazo.

Entenda uma coisa: saldo de conta corrente deve ser considerado “fictício”. O saldo não é sinônimo de lucro, nem de dinheiro disponível para saque.

Ele está na conta, mas uma determinada parcela já está comprometida para pagar diversas despesas.

Se o empresário não faz o acompanhamento, ele tem a sensação de que está tudo às mil maravilhas. Enquanto, na verdade, a empresa pode estar no negativo.

Após uma análise mais aprofundada, constatei que o problema estava no preço do produto.

O empresário tinha considerado apenas o preço praticado pela concorrência para determinar por quanto venderia o seu produto.

Mas havia um detalhe: os insumos usados por ele eram muito mais caros do que os da concorrência.

Como simplesmente aumentar os preços o faria perder vendas, a solução foi criar uma nova linha de produtos. Assim, foi originada uma nova marca, voltada para um público consumidor de poder aquisitivo mais alto.

Perceba que foi uma decisão estratégica, que resultou num aumento da percepção de valor do produto. Isso é totalmente diferente do que tomar uma ação isolada e impulsiva.

“Quem pratica o acompanhamento financeiro não vê a carga tributária nem a crise como problemas, mas sim como desafios a serem transpostos”.

CONCLUSÃO

O mercado está ávido por colocar dinheiro no seu bolso. Eu sei, isso pode soar utópico. Talvez porque você esteja dando ouvidos demais para notícias sobre a crise, mas não se deixe abater.

Tenho certeza de que você pode realizar o sonho de ter sucesso no seu próprio negócio e alcançar a liberdade financeira.

Se tiver interesse em aprofundar o conhecimento e ter uma percepção diferente das oportunidades, recomendo a leitura do artigo 8888888888

Deixe suas dúvidas e comentários abaixo que terei satisfação em lhe ajudar.

Juntos, podemos dominar a Arte de Enriquecer!

Até a próxima.